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domingo, 15 de junho de 2014

Possibilidade no ensino através de linguagem Teatral! Imagina no Ensino de História!

Palhaçada na Sala de Aula!

Professores procuram na linguagem teatral uma forma de melhorar suas aulas e descobrem infinitas possibilidades de trabalhar conteúdos diversos com os alunos

Por Frederico Guimarães

Formado em Letras e Artes Cênicas, Júlio César Sbarrais é o que se pode chamar de 'artista-docente", expressão utilizada para denominar educadores que trabalham com a linguagem artística em suas propostas pedagógicas. Desde 2007, o professor recorre ao palhaço "Tinin" para tornar as suas atividades com os alunos mais lúdicas. O professor também utiliza outros personagens para ensinar língua portuguesa. Um dos seus preferidos, o cangaceiro Lampião, é frequentemente utilizado nas aulas de literatura de cordel. 


Além de um belo exemplo eu fico imaginando as possibilidades no ensino de História!





Reportagem da Revista Educação
Disponível em: http://revistaeducacao.uol.com.br/textos/0/dos-palcos-para-a-sala-de-aula-301430-1.asp

Matéria completa em:http://revistaeducacao.uol.com.br/textos/199/a-sala-e-um-palcoprofessores-procuram-na-linguagem-teatral-uma-301125-1.asp

A Câmara Clara: nota sobre fotografia história, semiologia e psicologia.

RESENHA: A Câmara Clara - Roland Barthes

No inicio de seu livro Barthes analisa, ou melhor, tenta demonstrar como ele compreende a fotografia, ou seja, como a fotografia se apresenta aos seus olhos, a meu ver ele demonstra isso de forma clara no quinto parágrafo da pagina 27.  “A foto-retrato é um campo cerrado de forças. Quatro imaginários aí se cruzam, aí se afrontam aí se deformam. Diante da objetiva, sou ao mesmo tempo: Aquele que eu me julgo, aquele que eu gostaria que me julgassem aquele que o fotografo me julga e aquele de que ele se serve para exibir sua arte. (...)”.
  Nesse parágrafo vê-se claramente o que é a fotografia para Barthes. O importante é aquilo que a fotografia lhe desperta em detrimento ao que ela demonstra, pois ainda que a analise de uma fotografia possa demonstrar fatos e costumes é o sentimento que ela desperta que faz com que o fato passado, torne o passado morto, vivo no presente.
  Em um primeiro momento pode-se considerar essa analise como uma tentativa de colocar Barthes como um defensor do punctum em detrimento ao studium, não o objetivo não é esse, mas apenas demonstrar que pela analise do punctum pode-se verificar pontos de vista inexistentes no studium.
  (Em defesa dessa afirmação cabe observar o parágrafo 09 da pagina 86 “Ora, diante dos milhares de fotos, inclusive daquelas que possuem um bom studium não sinto qualquer campo cego”...), e na mesma pagina parágrafo 19 vemos a afirmação.”No entanto, a partir do momento em que há punctum cria-se( adivinha-se) um campo cego(...)”.

  Conclui-se então que a intenção de Roland Barthes é demonstrar o que a fotografia desperta em seu ser, não uma lembrança do passado, mas o passado vivo no presente.

 MATOS, Adelcio Daitx de. Acadêmico de História ULBRA Campus- Torres RS,